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FUNDAMENTAÇÃO: A Doença de Alzheimer (DA) é a causa mais comum de demência e pode prejudicar habilidades cognitivas cruciais para a tarefa de conduzir. Decisões racionais sobre se indivíduos com essas limitações devem continuar a dirigir requerem avaliações objetivas do desempenho do motorista. OBJETIVO: Medir fatores relevantes de desempenho utilizando simulação de condução de alta fidelidade. DESENHO: Examinamos o efeito da DA na evasão de colisões por motoristas utilizando o Simulador de Direção de Iowa, que proporcionou um ambiente de alta fidelidade e controlado para observar erros graves cometidos por motoristas em risco. Determinamos como esses eventos inseguros são previstos por fatores visuais e cognitivos sensíveis ao declínio do envelhecimento e DA. CONTEXTO: Os Hospitais e Clínicas da Universidade de Iowa, Iowa City, e o Simulador de Direção de Iowa. PARTICIPANTES: Trinta e nove motoristas licenciados: 21 com DA e 18 controles sem demência. PRINCIPAIS MEDIDAS DE RESULTADO: Determinamos o número de acidentes e erros de desempenho relacionados e analisamos como essas ocorrências foram previstas por fatores visuais e cognitivos. RESULTADOS: Seis participantes (29%) com DA sofreram acidentes, enquanto 0 dos 18 participantes de controle (P = .022). Motoristas com DA tiveram mais que o dobro de probabilidade de experimentar quase acidentes (P = .042). Gráficos de fatores críticos de controle nos momentos precedentes a um acidente revelaram padrões de desatenção e erro por parte do motorista. Os fortes preditores de acidentes incluíram comprometimento visuoespacial, redução no campo visual útil e percepção reduzida da estrutura tridimensional a partir do movimento. CONCLUSÕES: A simulação de direção de alta fidelidade fornece uma nova fonte única de parâmetros de desempenho para padronizar a avaliação da aptidão do motorista. Observações detalhadas de acidentes e outros erros de segurança fornecem evidências imparciais para auxiliar na difícil decisão clínica de se indivíduos mais velhos ou com comprometimento médico devem continuar a dirigir. As descobertas são complementares a evidências atualmente sendo coletadas utilizando técnicas da epidemiologia e neurociência cognitiva.
Rizzo et al. (Qui,) estudaram essa questão.