Key points are not available for this paper at this time.
Analisamos as respostas de observadores humanos a um conjunto de odorantes monomoleculares. Cada odorante é caracterizado por um conjunto de 146 descritores perceptuais obtidos de um banco de dados de perfis de caráter de odor. Portanto, cada odorante é representado por um ponto em um espaço sensorial altamente multidimensional. Neste trabalho, estudamos o arranjo dos odorantes nesse espaço perceptual. Argumentamos que os odorantes amostram densamente uma superfície curva bidimensional embutida no espaço sensorial multidimensional. Essa superfície pode explicar mais da metade da variância dos dados perceptuais. Também mostramos que apenas 12% da variância experimental não pode ser explicada por superfícies curvas de dimensionalidade substancialmente pequena (<10). Sugerimos que essas variedades curvas representam os espaços relevantes amostrados pelo sistema olfativo humano, fornecendo assim substitutos para o espaço sensorial olfativo. Para o caso da aproximação 2D, relacionamos os dois parâmetros na superfície curva aos parâmetros físico-químicos das moléculas de odorantes. Mostramos que uma das dimensões está relacionada aos valores próprios da matriz de conectividade das moléculas, enquanto a outra está correlacionada com medidas da polaridade das moléculas. Discutimos o significado comportamental dessas descobertas.
Alexei A. Koulakov (Sat,) estudou essa questão.
Synapse has enriched 5 closely related papers on similar clinical questions. Consider them for comparative context: