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OBJETIVO: O objetivo deste estudo foi examinar se um teste de verificação de carga constante supramaximal a 105% da maior taxa de trabalho resultaria em um V˙O2max mais alto quando comparado a um teste incremental em crianças não obesas e obesas de 10 a 12 anos. MÉTODOS: Nove crianças não obesas (percentil do índice de massa corporal = 57,5 ± 23,2) e nove crianças obesas (percentil do índice de massa corporal = 97,9 ± 1,4) completaram um protocolo de dois testes que incluía um teste incremental seguido 15 min depois por um teste de verificação de carga constante supramaximal. RESULTADOS: O V˙O2max alcançado nos testes de verificação (não obesas = 1,71 ± 0,31 L·min e obesas = 1,94 ± 0,47 L·min) foi significativamente maior do que o alcançado durante o teste incremental (não obesas = 1,57 ± 0,27 L·min e obesas = 1,84 ± 0,48 L·min; P < 0,001). Não houve interação significativa entre grupo (ou seja, não obeso vs obeso) e teste (ou seja, incremental vs verificação), sugerindo que não houve efeito da obesidade na diferença entre V˙O2max de verificação e incremental (P = 0,747). CONCLUSÃO: Um teste de verificação produziu valores significativamente mais altos de V˙O2max quando comparado ao teste incremental em crianças obesas. Resultados semelhantes foram observados em crianças não obesas. A verificação de carga constante supramaximal é um método eficiente em termos de tempo e bem tolerado para identificar o maior V˙O2 em crianças não obesas e obesas.
Bhammar et al. (Ter,) estudaram essa questão.
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