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BACKGROUNDS E OBJETIVOS: A fibrilação atrial (FA) aumenta o risco de acidente vascular cerebral e também tem consequências hemodinâmicas adversas. A cardiversão da FA para ritmo sinusal pode eliminar a necessidade de anticoagulação a longo prazo e melhorar a hemodinâmica cardiovascular, mas provavelmente é subutilizada. Por isso, investigamos as opiniões dos consultores hospitalares sobre a cardiversão para FA. MÉTODOS: 336 questionários postais foram enviados a todos os 186 médicos consultores, 54 cardiologistas e 96 geriatras na Escócia, seguidos por uma carta de lembrete para os não respondentes. RESULTADOS: 71% dos questionários foram devolvidos. Cardiologistas encaminharam 18% dos pacientes com FA para cardiversão, enquanto médicos encaminharam 11% e geriatras 5%. Cardiologistas tinham melhor acesso às instalações de cardiversão e eram menos propensos a considerar um átrio esquerdo aumentado e doença cardíaca orgânica como contraindicações à cardiversão. Anticoagulação foi administrada por menos de 3 semanas antes da cardiversão por 9% dos cardiologistas, 39% dos médicos e 65% dos geriatras (P<0,001), e por menos de 3 semanas após a cardiversão por 17% dos cardiologistas, 45% dos médicos e 47% dos geriatras (P = 0,7). RESUMO: A ampla variação na prática tanto entre quanto dentro das diferentes especialidades sugere que diretrizes de consenso baseadas nas melhores evidências disponíveis devem ser desenvolvidas.
G E Mead (Sex,) estudou essa questão.