Quais são as taxas de morte súbita cardíaca entre hispânicos americanos e afro-americanos em comparação com brancos não hispânicos?
Afro-americanos têm as taxas mais altas de morte súbita cardíaca, enquanto hispânicos americanos têm taxas mais baixas em comparação com brancos não hispânicos e negros.
OBJETIVOS: O objetivo deste estudo foi estimar as taxas de morte súbita cardíaca em hispânicos e afro-americanos nos EUA. MÉTODOS: Dados sobre mortes coronárias ocorrendo fora do hospital ou em salas de emergência foram examinados para 1992. RESULTADOS: Em 1992, 53% (8194) das mortes por doença cardíaca coronária entre hispânicos americanos com 25 anos ou mais ocorreram fora do hospital ou em salas de emergência. A porcentagem foi menor entre hispânicos do que entre brancos não hispânicos e negros. As taxas ajustadas pela idade por 100.000 foram menores entre hispânicos do que entre brancos não hispânicos ou negros (homens hispânicos, 75; homens brancos, 166; homens negros, 209; mulheres hispânicas, 35; mulheres brancas, 74; mulheres negras, 108). As porcentagens que morreram fora do hospital ou em salas de emergência foram mais altas entre jovens, aqueles que vivem em áreas não urbanas e aqueles que eram solteiros. CONCLUSÕES: A porcentagem e a taxa de mortes coronárias ocorrendo fora do hospital ou em salas de emergência foram menores entre os hispânicos do que entre os não hispânicos; afro-americanos tiveram as taxas mais altas. Mais pesquisas são necessárias sobre morte coronária súbita em hispânicos americanos e afro-americanos.
Richard F. Gillum (Mon,) estudou esta questão.
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