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A coabitação é uma forma familiar que inclui cada vez mais crianças. Utilizamos o Estudo Longitudinal Nacional da Saúde do Adolescente para avaliar o bem-estar de adolescentes em famílias com pais de padrasco coabitantes (N = 13.231). Adolescentes que vivem com pais de padrasco coabitantes geralmente se saem pior do que adolescentes que vivem com dois pais biológicos casados. Adolescentes vivendo em famílias de padrascos coabitantes enfrentam desvantagens maiores do que aqueles que vivem em famílias de padrascos casados. No entanto, a maioria dessas diferenças é explicada por circunstâncias socioeconômicas. Adolescentes que vivem com mães solteiras não casadas são semelhantes àqueles que vivem com pais de padrasco coabitantes; exceções incluem maior delinquência e médias de notas mais baixas experimentadas por adolescentes vivendo com pais de padrasco coabitantes. No entanto, o histórico marital da mãe explica essas diferenças. Nossos resultados contribuem para a nossa compreensão da coabitação e dos debates sobre a importância do casamento para as crianças.
Manning et al. (Sat,) estudaram essa questão.