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Uma linha celular clonal recentemente isolada de fibroblastos de embrião de rato Fischer (CREF) pode ser transformada com alta frequência pelo adenovírus sorotipo 5 (Ad5). As células CREF apresentam um cariótipo quase diploide, não se entrelaçam na confluência, podem ser mantidas em confluência por mais de 7 semanas a 36 graus C, e não formam colônias macroscópicas quando semeadas em ágar. As células transformadas são identificadas por sua morfologia alterada e pela presença de sequências de DNA do adenovírus nos transformantes, que podem ser demonstradas pela lise das células diretamente em filtros de nitrocelulose e hibridização com DNA de Ad5 marcado com 32P (hibridação em ponto). A frequência de transformação a 36 graus C é aproximadamente igual a 2 x 10(-4) com Ad5 selvagem e aproximadamente igual a 2 x 10(-3) com o mutante sensível à temperatura H5ts125. A análise de hibridação por Southern blot indica que cinco de seis clones CREF transformados com Ad5 selvagem e seis de seis clones transformados com H5ts125 isolados a 36 graus C contêm o genoma Ad5 integrado completo. A caracterização preliminar de quatro clones transformados (dois selvagens e dois H5ts125) indica que, embora a transformação tenha sido feita em células CREF (uma linha celular clonal), elas diferem em suas propriedades biológicas, como densidade de saturação e dependência de ancoragem.
Fisher et al. (Ter,) estudaram esta questão.
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