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Este artigo estuda os níveis excessivos de deficiência experimentados por pessoas com artrite, em comparação com pessoas sem a doença. O conjunto de dados é o Suplemento sobre Envelhecimento (Pesquisa Nacional de Entrevista de Saúde de 1984); possui informações para uma amostra probabilística nacional de pessoas vivendo na comunidade com idade igual ou superior a 55 anos (N = 16.148). (1) Pessoas com artrite têm mais dificuldade em funções físicas, cuidados pessoais e cuidados domésticos do que pessoas sem artrite. A deficiência excessiva é maior para funções físicas (caminhar, alcançar, curvar-se, etc.). Pessoas com artrite com deficiência têm graus especialmente altos de dificuldade em atividades físicas que requerem resistência e força. (2) Vários modelos são testados para caminhar, agarrar, fazer compras e pequenas tarefas domésticas para mostrar como a comorbidade impulsiona a deficiência em pessoas com artrite e para mostrar a própria contribuição da artrite para a deficiência na presença de outras condições crônicas. As dificuldades aumentam para pessoas com artrite quando têm outras condições concomitantes. Esses modelos afirmam que a artrite tem um efeito pronunciado nas disfunções físicas, mas estas não são facilmente traduzidas em problemas de cuidados pessoais e domésticos. Aparentemente, pessoas com artrite costumam fazer acomodações bem-sucedidas para que seus papéis e atividades diárias não sejam seriamente afetados pela doença.
Verbrugge et al. (Sex,) estudaram essa questão.