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A Convenção da ONU sobre os Direitos da Criança reconhece o direito das crianças de expressar opiniões sobre questões que as afetam e o direito de que essas opiniões sejam ouvidas (Davis, 1998). Houve um aumento no número de estudos internacionais que incluem crianças como informantes na pesquisa, mas notavelmente há menos pesquisa publicada incluindo crianças com deficiência na Austrália. Em vez disso, houve uma dependência de pais/cuidadores para obter informações sobre as experiências de seus filhos. Neste artigo, apresentamos os resultados de um estudo piloto qualitativo onde entrevistamos pais e suas crianças com paralisia cerebral sobre suas percepções e experiências de comunicação na consulta médica. Descobrimos que as opiniões das crianças e dos pais eram diferentes, reiterando ainda mais a necessidade de buscar as percepções das crianças assim como de seus pais.
Garth et al. (Sex,) estudaram essa questão.
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