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Os dados recentemente coletados na região do Piemonte, na Carolina do Norte, como parte do Programa de Área de Captura Epidemiológica do Instituto Nacional de Saúde Mental, foram utilizados para examinar o transtorno de somatização em uma população comunitária. Os autores encontraram uma prevalência ajustada de 0,38% para o transtorno de somatização diagnosticado conforme o Diagnostic Interview Schedule e o DSM-III. Os respondentes com transtorno de somatização demonstraram características demográficas (feminino, não casado, não branco, de uma área rural, menos escolarizado) que são consistentes com as descobertas de estudos clínicos e epidemiológicos anteriores sobre o transtorno de somatização. A prevalência ajustada é maior do que a de outros locais do Programa de Área de Captura Epidemiológica, e possíveis explicações para essas descobertas são discutidas.
Swartz et al. (Sat,) estudaram esta questão.
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