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Este artigo estuda a identificação de distribuições de resultados potenciais quando a resposta ao tratamento pode ter interações sociais. Definindo a resposta ao tratamento de uma pessoa como uma função de todo o vetor de tratamentos recebidos pela população, estudo a identificação quando restrições de forma não paramétricas e pressupostos distribucionais são colocados sobre funções de resposta. Um resultado chave inicial é que a suposição tradicional de resposta ao tratamento individualista é um caso polar dentro da ampla classe de suposições de resposta ao tratamento constante (CTR), sendo o outro polo interações irrestritas. Casos importantes não polares são interações dentro de grupos de referência e interações anônimas. Primeiro, estudo a identificação sob a suposição CTR sozinha. Em seguida, fortalecera esta suposição para resposta semi-monótona. A seguir, discuto a derivação dessas suposições a partir de modelos de interações endógenas. Finalmente, combino a suposição CTR com a independência estatística de resultados potenciais em relação a tratamentos efetivos realizados. As descobertas tanto ampliam quanto delimitam a análise clássica de experimentos randomizados.
Charles F. Manski (Sex,) estudou essa questão.