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Este artigo trata da vida teórica do 'abjeto'. Foca nas maneiras pelas quais as abordagens teóricas feministas anglo-americanas e australianas sobre corpos e identidades maternas têm utilizado a teoria da abjeção de Julia Kristeva. Embora o abjeto tenha se mostrado um conceito atraente e produtivo para a teoria feminista, este artigo adverte contra a repetição do materno (como) abjeto dentro da escrita teórica. Argumenta que empregar um paradigma abjeto kristevano arrisca reproduzir, em vez de desafiar, histórias de nojo violento em relação aos corpos maternos. Em lugar do modelo kristevano do abjeto, defende uma abordagem mais social e política da abjeção. Isso envolve uma mudança crítica da atual preocupação teórica feminista com o 'potencial transgressivo' dos 'encontros com o abjeto' para uma consideração das consequências de ser abjeto dentro de locais sociais e políticos específicos.
Imogen Tyler (Ter,) estudou essa questão.
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