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Dada a emergente epidemia global de obesidade infantil e o espectro de uma geração de crianças que terá uma expectativa de vida mais curta do que a de seus pais, pesquisas recentes têm se concentrado nos fatores que influenciam o estado de peso das crianças e os comportamentos obesogênicos (ou seja, alimentação, atividade física e uso de mídia de tela). Os pais atuam como agentes primários de socialização para as crianças, e assim, a crescente evidência apoia o papel dos estilos e práticas de parentalidade nos comportamentos relacionados à obesidade infantil e ao peso. Estudar esses processos em crianças e adolescentes é importante por várias razões. Primeiro, os comportamentos de dieta e atividade física e o estado de peso se mantêm da infância e adolescência até a vida adulta. Além disso, os comportamentos de dieta e atividade física e o estado de peso conferem risco significativo para câncer, diabetes, doenças cardiovasculares e outras doenças crônicas. O objetivo deste artigo é descrever as lacunas científicas que precisam ser abordadas para desenvolver uma literatura mais informada sobre estilos e práticas de parentalidade nos domínios do estado de peso e comportamentos obesogênicos, conforme identificado por um painel de especialistas reunido pelo Instituto Nacional do Câncer.
Patrick et al. (Qui,) estudaram essa questão.