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Existem problemas substanciais com o treinamento clínico fornecido aos estudantes de medicina e com o procedimento de avaliação utilizado pelas escolas de medicina para garantir que os alunos adquiriram as habilidades clínicas necessárias para a formação médica de pós-graduação. Essas habilidades não são avaliadas de forma cuidadosa ou sistemática em nenhum momento do treinamento ou da licenciamento. Este artigo descreve o uso de pacientes padronizados para ajudar a resolver algumas dessas deficiências. Pacientes padronizados são não-médicos altamente treinados para atuar nos múltiplos papéis de paciente, professor e avaliador, enquanto replicam de forma realista um encontro com o paciente. Eles são professores eficazes de habilidades de entrevista e exame físico. Eles podem ajudar a proporcionar uma exposição controlada a situações comuns de comunicação ambulatorial e difíceis com pacientes. Estudos iniciais indicam a promessa dessa abordagem para garantir a competência dos graduados em medicina.
Paula L. Stillman (Mon,) estudou essa questão.