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A cinética das células formadoras de colônias fibroblásticas (CFU-F) foi estudada na medula óssea de camundongos após irradiação total do corpo com dose letal e transplante de medula óssea intravenosa. Após uma diminuição inicial, o número de CFU-F se recuperou e estabilizou em 5 semanas pós-tratamento, atingindo 10% dos valores normais. Usando células de medula óssea doadoras marcadas com cromossomos, encontramos que 1 dia após o transplante, 72% das CFU-F doadoras haviam alcançado a medula óssea do receptor, indicando um alojamento altamente específico das CFU-F. Três meses após o transplante, as CFU-F doadoras ainda eram detectáveis e representavam cerca da metade da população de CFU-F femorais. Conclui-se que as CFU-F, um componente do microambiente hematopoiético, são transplantáveis via intravenosa.
Piersma et al. (Wed,) estudaram esta questão.
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