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A aprendizagem baseada em problemas tem sido utilizada em escolas de medicina em vários países ao redor do mundo há mais de 50 anos, tanto com estudantes de graduação quanto com pós-graduação. Em vez das tradicionais palestras, aulas práticas de laboratório e sistema tutorial de educação, os estudantes em pequenos grupos são apresentados a um problema que devem tentar resolver. Eles são assistidos por um 'facilitador' que os ajuda a formular o problema e geralmente os orienta, mas não fornece informações. Os estudantes devem decidir quais informações precisam para resolver o problema, encontrá-las e comunicá-las aos outros do grupo. Nesta fase, uma solução pode parecer aparente, mas várias discussões em grupo para reformular o problema seguidas por iterações do processo de busca de informações podem ser necessárias antes que uma solução possa ser encontrada. A teoria é que, como a informação é buscada e apresentada em um contexto relevante, ela é valorizada e tem mais chances de ser lembrada. Ao final da sessão, os estudantes refletem sobre como se saíram. A aprendizagem baseada em problemas tem sido criticada de vários pontos de vista, especialmente por não apresentar um currículo coerente, o currículo não é necessariamente 'coberto' e que em muitas escolas de medicina a implementação foi menos do que ideal.
Edward J. Wood (Quarta-feira,) estudou esta questão.
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