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Resumo O artigo fornece uma revisão sistemática da literatura e uma tipologia de textos que discutem a resistência estudantil na sala de aula no Ensino Superior. Analisando 134 estudos empíricos e conceituais publicados entre 1988 e 2018 sobre como a resistência estudantil é conceituada, esta revisão identifica três abordagens: funcional‐instrumentalista, crítico‐emancipatória e crítico‐funcional. Apresentando as três abordagens em mais profundidade, o artigo aponta os principais fundamentos, como razões supostas para e formas sugeridas de lidar com a resistência estudantil. Na parte final da análise, o artigo discute a tipologia à luz do contexto institucional atual do Ensino Superior, incluindo a universidade gerencial e as ambivalências da educação crítica. Por fim, o artigo oferece direções para pesquisas futuras.
Winkler et al. (Sex,) estudaram esta questão.