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FUNDAMENTAÇÃO: O potencial de um ataque bioterrorista envolvendo varíola levou a um debate sobre quais precauções nacionais devem ser tomadas. O que não está claro é o conhecimento do público sobre varíola e as opiniões sobre precauções. MÉTODOS: Conduzimos uma pesquisa nacional com 1006 adultos selecionados por meio de discagem aleatória. Os entrevistados foram questionados sobre seu conhecimento e crenças sobre o vírus da varíola e a vacina, suas possíveis reações a um ataque bioterrorista envolvendo varíola e um número de poderes de emergência propostos pelo estado. RESULTADOS: A maioria dos entrevistados possui uma série de crenças sobre varíola e vacinação contra varíola que são falsas. A maioria acredita que há um tratamento eficaz para a varíola, que houve casos de varíola nos últimos cinco anos e que não há vacina contra varíola suficiente para vacinar todos nos Estados Unidos. Trinta por cento acreditam que a vacinação mais cedo em suas vidas os protegeria da doença. A maioria dos entrevistados disse que queria ser vacinada; no entanto, apenas 21 por cento gostaria de ser vacinada se os médicos se recusassem a vacinar. Houve um forte apoio entre os entrevistados para vários poderes de emergência propostos pelo estado. CONCLUSÕES: Nossos resultados sugerem a necessidade de educação pública sobre varíola. Esses dados também apontam para a importância de uma discussão na comunidade médica sobre a conveniência da vacinação de médicos individuais neste momento.
Blendon et al. (Wed,) estudaram essa questão.
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