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A esclerose múltipla (EM) é uma condição neurológica complexa e imprevisível. É o distúrbio autoimune mais comumente observado. A incidência da doença e sua prevalência estão crescendo em todo o mundo. A identificação precoce da doença e um diagnóstico preciso são importantes para prevenir complicações e incapacidades adicionais. A etiologia permanece incerta, e acredita-se que interações complexas entre genes e ambiente desempenhem um papel essencial. A predisposição genética descreve apenas uma parte do risco da doença, enquanto fatores relacionados ao estilo de vida e ambientais são contribuintes significativos. O tabagismo foi identificado como um importante fator de risco para EM. Os principais objetivos desta revisão foram examinar os mecanismos subjacentes da disfunção imunológica no desenvolvimento da EM, explorar a associação entre tabagismo e EM, e identificar outros fatores genéticos e ambientais que alteram o risco de desenvolver a doença. Pesquisamos o PubMed por artigos relevantes ao tema do estudo publicados entre 2000 e 2020 usando os termos de busca "esclerose múltipla", "tabagismo", "fatores de risco" e "epigenética". Estudos revelam uma associação marcante entre tabagismo e risco de EM. Ao contrário dos fatores de risco genéticos, muitos fatores de estilo de vida e ambientais podem ser ajustados, com potencial para prevenção, particularmente para pessoas em maior risco, como familiares de indivíduos com EM.
Katukuri et al. (Qua,) estudaram essa questão.
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