Key points are not available for this paper at this time.
A sociedade estabelece expectativas altas para nossa profissão. Os médicos devem ser capazes de articular claramente planos de diagnóstico e tratamento com seus pacientes. Devemos ser capazes de informar nossos pacientes sobre os riscos e benefícios das opções diagnósticas e terapêuticas e educá-los sobre as complexidades de sua(s) doença(s), incluindo implicações que são específicas e práticas para suas situações de vida e preferências únicas – espera-se que desenvolvamos expertise como professores. Essa noção está refletida em estruturas de competência (Harden et al. 1999), iniciativas como Residentes como Professores, bem como em estruturas de avaliação, incluindo RIME, onde ‘‘R’’ representa Repórter, ‘‘I’’ é Intérprete, ‘‘M’’ é Gerente e ‘‘E’’ representa Educador (Pangaro 1999). Desenvolver expertise em uma área requer tempo para introdução e prática do conteúdo que se espera ser dominado. À luz dessas altas expectativas que a sociedade impõe aos médicos como professores, precisamos fornecer aos nossos trainees tempo suficiente para introdução e prática deliberada do ensino antes que se espere que funcionem de forma independente – ou seja, um a um com os pacientes sem um supervisor. De fato, pode-se argumentar que um objetivo abrangente da educação médica é a independência progressiva do aluno (ten Cate et al. 2004); o aluno (trainee) se esforça para ser capaz de assumir uma responsabilidade crescente ao interagir com o ‘‘conteúdo’’ (pacientes) com dependência decrescente do ‘‘professor’’ ou ‘‘programa educacional’’. Uma fase deste modelo de desenvolvimento, ‘‘o jornaleiro’’, é abordada por ten Cate e Durning (2007b) neste número temático.
Durning et al. (Mon,) estudaram essa questão.
Synapse has enriched 5 closely related papers on similar clinical questions. Consider them for comparative context: