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Contexto: O campo da educação física (EF), que se sobrepõe ao campo do esporte, tem sido criticado por marginalizar aqueles posicionados como ‘diferentes’. Essa diferença é geralmente conceitualizada em relação a uma norma branca, masculina, heterossexual e com corpo capaz. Estudantes que não se identificam como brancos não são representados de maneira significativa nos discursos de educação física, na cultura ou na demografia dos professores de EF em muitos contextos internacionais.Objetivo: Este artigo explora as conexões entre a literatura em liderança crítica e educação física. Baseando-se nos fundamentos teóricos da liderança transformacional, pedagogia crítica e teoria crítica da raça, fazemos conexões entre o campo da EF e a liderança crítica aplicada.Designer e análises: Utilizando as ferramentas teóricas de Bourdieu, argumentamos que a educação física pode ser conceptualizada como um campo de prática. Como tal, os valores do campo contêm certas práticas e normas. Sustentamos que desmantelar essas normas depende da liderança no campo e pode requerer insights de outros campos, neste caso, da liderança crítica aplicada.Conclusão: Concluímos que os líderes (tanto professores quanto formadores de professores) no campo da EF têm a responsabilidade de adotar práticas que combatam a racialização e desafiem as normas atuais. Este é tanto um desafio teórico quanto pedagógico, mas pode começar nas salas de aula.
Fitzpatrick et al. (Sex,) estudaram essa questão.
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