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O método estatístico de regressão múltipla já foi utilizado para estimar mortes excessivas atribuíveis à influenza na Inglaterra e no País de Gales por período de inverno. Agora, relatamos mais estudos sobre mortes por grupo etário e causa de morte certificada. Durante os dez invernos desde a primeira aparição do vírus da influenza A/Hong Kong (H3N2) (1968/69 a 1977/78), houve cerca de 120.000 mortes excessivas. Dessas, cerca de 82% foram estimadas em pessoas com 65 anos ou mais, 17% no grupo etário de 40-64 anos e 1% em adultos mais jovens. Sessenta e sete por cento foram certificadas como devido a doenças respiratórias e 31% devido a doenças do sistema circulatório. As mortes respiratórias aumentaram em todos os grupos etários durante uma epidemia, mas das mortes certificadas como devido a doenças circulatórias, as mortes cerebrovasculares foram principalmente no grupo etário de 65 anos ou mais e as mortes por doença cardíaca isquêmica no grupo etário de 40-64 anos. Neste grupo etário de 40-64 anos, houve evidências de que os efeitos do tempo frio e da influenza epidêmica eram multiplicativos, ao invés de aditivos. Durante o pior inverno de influenza de 1969/70, as mortes respiratórias aumentaram em aproximadamente 55% e as mortes do sistema circulatório em 4%. Mortes entre os idosos aumentaram em 10%, em pessoas com 40-60 anos aumentaram em 8% e em adultos mais jovens em 4%. Não houve evidências de que as mortes excessivas sejam seguidas por um déficit durante o ano seguinte.
Tillett et al. (Sat,) estudaram essa questão.