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Estudos anteriores dos autores indicaram que o transplante de células-tronco mesenquimatosas (CTMs) pode atenuar a fibrose cardíaca através da secreção de fatores antifibróticos, como a adrenomedulina (ADM). Portanto, os autores abordaram a hipótese de que a superexpressão de ADM poderia aumentar o efeito antifibrótico do transplante de CTMs em um modelo de ratos com insuficiência cardíaca. Os resultados do presente estudo demonstraram que, comparado ao grupo que recebeu as CTMs-GFP, o transplante de CTMs-ADM melhorou significativamente a função cardíaca e diminuiu o percentual de área fibrosa e a expressão da metaloproteinase 2 da matriz. Além disso, a microscopia de fluorescência indicou que a sobrevivência das CTMs transplantadas também aumentou significativamente no grupo tratado com CTMs-ADM. Ademais, a expressão de genes relacionados à fibrose, como ADM e fator de crescimento de hepatócitos, foi significativamente influenciada no grupo tratado com CTMs-ADM. Com base nesses achados, pode-se concluir que, em comparação com as CTMs, as CTMs que superexpressam ADM podem melhorar ainda mais a função cardíaca em ratos com insuficiência cardíaca através de uma atividade antifibrótica aprimorada.
Li et al. (Terça-feira,) estudaram esta questão.
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