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Os displays ópticos transparentes (OST) sobrepõem imagens renderizadas ao fundo do mundo real, criando realidade aumentada (AR). Porém, a fusão entre a renderização e o fundo do mundo real introduz uma transparência percebida. O aumento da luminância na renderização diminui o contraste de fundo e reduz a transparência percebida, que não é incorporada nos modelos de aparência de cor existentes ou nos fluxos de gerenciamento de cor dos displays. Estudamos a transparência percebida em AR, focando na interação entre a renderização e o fundo padronizado em várias luminâncias, contrastes e formas de onda. Além do contraste em AR, também examinamos a modulação de contraste simulada ao alterar a amplitude da luminância. Dois experimentos psicofísicos foram realizados para quantificar a transparência percebida. O primeiro experimento mediu uma escala de transparência percebida usando escalas diretas, e o segundo experimento avaliou a equivalência de transparência entre dois métodos de modulação de contraste. O resultado mostrou que os dois métodos evocam percepções de transparência diferentes. O contraste de fundo afeta significativamente a transparência percebida em AR, enquanto a luminância de fundo e a forma de onda não afetam. Propusemos um modelo que prevê a transparência percebida com base nos resultados do primeiro experimento de luminância AR e contraste de fundo. O modelo foi verificado com o segundo experimento e apresentou boa previsão. Nosso modelo apresentou uma nova dimensão perceptual na AR OST e pode possivelmente ser incorporado ao fluxo de gerenciamento de cor para melhorar a qualidade da imagem AR.
Zhang et al. (Sex,) estudaram essa questão.
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