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Uma taxonomia com três critérios de métricas para computar a resolução espacial de imagers de satélite é apresentada e usada para classificar cerca de trinta métricas de resolução espacial encontradas na literatura. Uma nova métrica, a “Função de Resolução Espacial”, é proposta aplicando o critério de resolução de fonte de dois pontos a imagens amostradas. Esta nova métrica computa a distância de resolução como uma função do contraste resolvente no plano da imagem, utilizando a Função de Difusão do Ponto do sensor como entrada e exigindo que a saída concorde com a métrica de Distância de Amostragem em Solo para fatores ópticos muito baixos. Além disso, a aplicação do critério de Rose à Função de Resolução Espacial permite considerar a dependência da distância de resolução em relação à relação sinal-ruído. O procedimento para calcular a Função de Resolução Espacial é aplicado a três tipos de qualidade de scanners de imagem de satélite genéricos, computando suas distâncias de resolução nas direções de varredura longitudinal e transversal, para uma ampla gama de fatores ópticos encontrados em satélites de observação da Terra. A Função de Resolução Espacial é usada para avaliar doze métricas de resolução espacial comumente utilizadas, e os resultados indicam que todas essas métricas são tendenciosas, mostrando erros significativos quando usadas para comparar diferentes imagers de satélite. A utilidade geral de métricas de resolução espacial que usam uma propriedade da Função de Difusão do Ponto para estimar grossamente a distância de resolução é contestada, pois, ao usar essa mesma função, a Função de Resolução Espacial permite seu cálculo exato.
Valenzuela et al. (Qui,) estudaram esta questão.
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