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MOTIVO: Para pessoas com condições de longa duração, redes sociais fornecem um meio potencialmente central de mobilizar, mediar e acessar apoio para saúde e bem-estar. Poucas intervenções abordam a implementação de melhorias no envolvimento com e através das redes sociais. Este artigo descreve o desenvolvimento e a implementação de uma ferramenta online que compreende: mapeamento de redes, elicitação de preferências centradas no usuário e avaliação de necessidades e engajamento facilitado com recursos. O estudo teve como objetivo determinar se a intervenção era aceitável, implementável e contribuía para aumentar o apoio e adicionar à teoria sobre redes sociais e engajamento com recursos e atividades. MÉTODOS: Um desenho longitudinal com 15 estudos de caso utilizou métodos etnográficos, incluindo vídeo, observação não-participante da entrega da intervenção e entrevistas qualitativas (linha de base, 6 e 12 meses). Os participantes eram pessoas com diabetes tipo 2 vivendo em uma comunidade insular marginalizada. Os facilitadores eram treinadores de saúde locais e navegadores de cuidados. A análise aplicou conceitos relacionados à implementação de tecnologia para suporte à autogestão para explicar como novas práticas de trabalho foram operacionalizadas e como a tecnologia impactou os relacionamentos com a vida cotidiana e permitiu feedback visual. RESULTADOS: A maioria dos participantes relatou identificar e participar de novas atividades como resultado do uso da ferramenta. A análise temática sugeriu que a viabilidade da ferramenta estava condicionada à interrupção e reconstrução de redes, facilitação desafiadora/suportiva e mudança e reflexão ao longo do tempo sobre o apoio da rede. A visualização da rede permitiu que as pessoas mobilizassem apoio e se engajassem em novas atividades. A ferramenta alinhou-se sinergicamente ao papel dos facilitadores de conectar as pessoas aos recursos locais. CONCLUSÕES: A ferramenta de rede social funciona através de um processo de iniciar uma interrupção positiva da prática estabelecida de autogestão por meio do mapeamento e reflexão sobre a participação e apoio da rede pessoal. Isso abre possibilidades para reconstruir a autogestão de maneira diferente da prática atual. Os principais aspectos de uma implementação bem-sucedida foram: os mapas visuais de redes e opções de apoio; a facilitação caracterizada por uma percepção de falta de diferença de status que auxiliou o engajamento e discussão construtiva do apoio e preferências para atividades; e trabalho de fundo (uma base de dados confiável, preferências personalizadas, redução de opções) para facilidade de uso do facilitador e do usuário.
Kennedy et al. (Terça,) estudaram esta questão.
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