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A questão é abordada em relação à dependência da sedimentação de uma suspensão homogênea em relação à forma do recipiente. Demonstra-se, ao comparar cálculos para geometrias esféricas e planas, que contribuições dependentes da forma para a velocidade de sedimentação permanecem no limite de paredes do recipiente infinitamente distantes. Ao transformar do referencial de laboratório para um referencial local que se move com a velocidade média do volume, essa dependência da forma desaparece.
Beenakker et al. (Fri,) estudaram essa questão.
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