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Este estudo foi uma investigação qualitativa descritiva interpretativa sobre as atitudes de um grupo de mulheres em relação ao uso de camisinhas em Darwin, Território do Norte, Austrália. Vinte mulheres foram entrevistadas usando um cronograma de entrevistas semiestruturadas. A percepção das participantes sobre quem deveria ser responsável por fornecer e garantir o uso de camisinhas variava, assim como suas atitudes em relação ao uso de camisinhas. Atitudes negativas giravam em torno da necessidade de estar preparado para o sexo, do desconforto e da necessidade de ter cuidado com deslizes, enquanto atitudes positivas giravam em torno da falta de bagunça. A maioria das mulheres em um relacionamento sério não usava camisinhas para além da contracepção porque confiava em seus parceiros para serem fiéis. Levantar a questão fora do controle de natalidade sugeria infidelidade. Essas mulheres eram, no geral, mais confiantes em sua capacidade de negociar o uso de camisinhas do que havia sido encontrado em estudos anteriores. Concluiu-se que a mensagem de sexo seguro não está alcançando muitas mulheres, que a promoção da saúde deve continuar a destacar a mensagem sobre sexo seguro e que a publicidade deve enfatizar os aspectos positivos do uso de camisinhas.
Kay Roberts (Sun,) estudou essa questão.
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