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Examinamos a qualidade de duas pesquisas baseadas em probabilidade, uma administrada por entrevistador (telefone) e uma autoaplicada (pesquisa mista pela Internet e correio). As pesquisas utilizam a mesma base de amostragem (eleitores registrados) e as mesmas perguntas. Primeiro, examinamos a representatividade de ambas as pesquisas usando informações conhecidas sobre a população, e embora encontremos diferenças importantes entre as duas em termos de viés de amostragem e não resposta, também verificamos que ambas as pesquisas representam a população subjacente, apesar das baixas taxas de resposta. Também testamos os efeitos de modo entre as pesquisas devido à desejabilidade social e como isso influencia a não diferenciação ou a satisficing. Usando uma variedade de métodos (testes t, regressão multivariada e pareamento de propensões genéticas), encontramos evidências de que a presença de um entrevistador altera os padrões de resposta em perguntas impulsionadas pelo ego. As implicações de nosso trabalho são importantes, devido à crescente popularidade das pesquisas mistas. Os pesquisadores precisam ser metodologicamente sensíveis a essas diferenças ao analisar pesquisas que permitem diferentes modos de resposta.
Atkeson et al. (Quarta,) estudaram essa questão.
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