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Objetivo Como os funcionários se conectam com sua organização de trabalho e como isso pode influenciar sua coragem moral e comportamento ético permanece pouco explorado. Este estudo, utilizando a Teoria do Contrato Psicológico, visa explorar como a conexão empregado-organização influencia a coragem moral e o comportamento ético dos funcionários. Desenho/metodologia/abordagem As hipóteses foram testadas usando Modelagem de Equações Estruturais por Mínimos Quadrados Parciais (PLS-SEM) em dados coletados por meio de uma pesquisa de questionário com 212 profissionais de saúde australianos. Resultados A conexão dos empregados com suas organizações de trabalho mostrou um impacto significativo e direto no comportamento ético. Juntamente com a coragem moral, a conexão explicou mais da metade da variância no comportamento ético. Além disso, a coragem moral mediou parcialmente o efeito da conexão do empregado no comportamento ético. Limitações/implicações da pesquisa A implicação teórica geral deste estudo é que os contratos psicológicos entre empregados e suas organizações operacionalizados por meio da conexão empregado-organização podem explicar o papel da coragem moral no comportamento ético. Implicações práticas Com o aumento da gestão sem fronteiras das organizações, a conexão organizacional pode ser um fator crítico no desenvolvimento da coragem moral e do comportamento ético dos empregados dentro das organizações. Intervenções de socialização podem ser úteis para promover a conexão empregado-organização. Originalidade/valor O estudo desenvolveu um modelo de conectividade de ordem superior e o validou com PLS-SEM. O estudo fornece evidências empíricas novas sobre as relações entre conexão empregado-organização, coragem moral e comportamento ético.
Fernando et al. (Ter,) estudaram esta questão.