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No hipocampo, a representação espacial do ambiente foi sugerida como codificada pela taxa de disparo de assembléias de células piramidais ou pelo timing relativo dos potenciais de ação durante o ciclo EEG theta. Aqui, usamos um método comportamental de 'clamp de espaço', que envolveu o confinamento do animal em atividade em uma posição definida no espaço (roda de corrida) para examinar como entradas 'espaciais' e outras afetam a taxa de disparo e o timing das células piramidais CA1 do hipocampo e interneurônios. Dezenove por cento das células piramidais CA1 registradas estavam ativamente ativas enquanto o rato corria na roda em uma direção específica ('células da roda'). A rotação espacial do aparelho mostrou que a descarga seletiva de células piramidais na roda estava sob a influência combinada de pistas distais e do aparelho. Durante a corrida constante, tanto a taxa de descarga quanto a fase theta eram constantes. A rotação do aparato da roda resultou em uma mudança na taxa de disparo e na fase theta preferida. A frequência de descarga das 'células da roda' aumentou três vezes (em média) com o aumento da velocidade de corrida. Em contraste, a mudança na velocidade de corrida teve relativamente pouco efeito na descarga relacionada à fase theta das 'células da roda'. Nossas descobertas indicam que os mecanismos que regulam a taxa e a fase dos picos são sobrepostos, mas não necessariamente idênticos.
Hirase et al. (Quarta-feira,) estudaram essa questão.
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