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A incorporação de um novo marcador biológico como o HER2 na prática clínica rotineira requer provas de que ele fornece informações reprodutíveis, independentes e melhores do que os critérios patológicos convencionais, e que influencia as decisões de tratamento. No câncer de mama, a amplificação/sobreexpressão do HER2 prevê um mau desfecho clínico e um benefício de sobrevivência ampliado com a terapia direcionada ao HER2, Herceptin, e pode prever resistência a algumas terapias convencionais. Assim, o HER2 é considerado uma molécula clinicamente importante e o teste para anomalias do HER2 já faz parte da avaliação rotineira de pacientes em muitas partes do mundo. Atualmente, não existe um padrão-ouro para o teste de HER2. O principal desafio é padronizar e validar tecnicamente as metodologias de teste de HER2. A imuno-histoquímica (IHC) e a hibridização in situ por fluorescência (FISH) são os testes de HER2 mais comuns utilizados e mostram um alto nível de concordância. As abordagens de teste de HER2 baseadas na reação em cadeia da polimerase (PCR) estão sob extensa investigação e parecem promissoras. Um algoritmo canadense de teste de HER2 projetado para aumentar a validade e reprodutibilidade dos testes de HER2 foi compilado. Os casos positivos para HER2 são definidos como aqueles com >10% de células tumorais com coloração de membrana moderada/forte e completa no componente invasivo, por IHC. O teste confirmatório para HER2 usando FISH ou PCR quantitativa é recomendado para casos indeterminados. Estudos adicionais são necessários para calibrar os resultados dos testes de HER2 em relação ao desfecho clínico.
Wedad Hanna (Mon,) estudou essa questão.
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