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Este artigo integra dois tópicos geralmente considerados disciplinas apartadas, a saber, criatividade e livre arbítrio. Em particular, pensamentos criativos são concebidos como atos de livre arbítrio. Esta integração começa revisando avanços recentes em uma teoria específica de duas fases da resolução criativa de problemas, a saber, variação cega e retenção seletiva (BVSR). Após discutir a teoria paralela de duas fases do livre arbítrio (chance depois escolha), ambas as teorias de duas fases são então integradas em uma única representação formal envolvendo probabilidades iniciais de escolha, utilidades finais e valores de conhecimento prévio. Esses três parâmetros são utilizados para definir a criatividade de qualquer solução dada e a “visibilidade” de qualquer pensamento ou escolha gerada. Tanto a criatividade quanto o livre arbítrio desaparecem à medida que a visibilidade aumenta, mas sua relação com a cegueira é mais complexa, resultando em uma distribuição conjunta triangular que exige um processo de seleção ou tomada de decisão de segunda fase. Além disso, para acomodar a necessidade de criar escolhas ativamente em vez de apenas decidir entre escolhas dadas, o tratamento se expande para abranger tanto pensamentos quanto escolhas como produtos combinatórios. Esta extensão conecta a discussão sobre livre arbítrio com modelos combinatórios de criatividade e a pesquisa sobre os fatores que permitem a uma pessoa engajar-se em processos combinatórios livres. O artigo termina com sugestões de pesquisas empíricas e teóricas futuras em relação à psicologia, filosofia e possíveis futuras trocas entre as duas disciplinas.
Dean Keith Simonton (Sun,) estudou esta questão.
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