Key points are not available for this paper at this time.
FUNDAMENTO: A cardiomiopatia hipertrófica familiar é uma doença fenotipicamente e geneticamente heterogênea. Em algumas famílias, a doença está ligada ao locos CMH2 no cromossomo 1q3, no qual o gene da troponina cardíaca T (TNNT2) foi identificado como o gene da doença. As mutações encontradas neste gene parecem estar associadas à penetrância incompleta e ao mau prognóstico. Como os pontos quentes de mutações oferecem possibilidades únicas para a análise das correlações genótipo-fenótipo, novas mutações missense que poderiam definir tais pontos quentes em TNNT2 foram procuradas em famílias francesas não relacionadas com cardiomiopatia hipertrófica familiar. MÉTODOS E RESULTADOS: Membros da família foram genotipados com marcadores de microssatélites para detectar ligação aos quatro loci da doença conhecidos. Na família 715, as análises mostraram ligação apenas ao CMH2. Para posicionar com precisão as potenciais mutações no TNNT2, foi estabelecida sua organização genômica parcial. O rastreamento de mutações foi realizado por meio de análise de polimorfismo de conformação de fita única e sequenciamento. Uma nova mutação missense, Arg102Leu, foi identificada em membros afetados da família 715 devido a uma transversão G-->T localizada no 10º exon do gene. A penetrância dessa nova mutação é completa; dados ecocardiográficos mostram uma ampla gama de hipertrofia; e não houve morte súbita cardíaca nesta família. CONCLUSÕES: O códon 102 do gene TNNT2 é um possível ponto quente de mutação na cardiomiopatia hipertrófica familiar e está associado à variabilidade fenotípica. A análise de mais pedigrees portadoras de mutações neste códon é necessária para caracterizar melhor as implicações clínicas e prognósticas das mutações TNNT2.
Forissier et al. (Sun,) estudaram essa questão.
Synapse has enriched 5 closely related papers on similar clinical questions. Consider them for comparative context: