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OBJETIVO: Os autores estudaram o efeito do gênero e do estado hormonal sobre a sobrevivência em ratos nus implantados com linhagens celulares de glioblastoma multiforme (GBM) humano. MÉTODOS: Ratos nus receberam implantes intracerebrais de células U87MG do tipo selvagem ou células U87MG transfectadas com o gene da endotelina-1 (U87/ET-1). No estudo inicial, a sobrevivência foi comparada entre machos e fêmeas para cada uma das duas linhagens celulares. Os seis grupos de estudo da segunda fase foram compostos por: 1) machos; 2) fêmeas; 3) fêmeas ovariectomizadas; 4) fêmeas ovariectomizadas sham; 5) ratas ovariectomizadas que receberam 10 microg/dia de benzoato de estradiol por 21 dias; e 6) ratas ovariectomizadas que receberam 20 mg/kg/dia de progesterona por 21 dias. Todos os ratos na segunda fase foram implantados com células U87/ET-1. Os animais foram sacrificados quando apresentaram sinais iniciais de deterioração neurológica. Ratos nus fêmeas sobreviveram mais do que ratos machos implantados com células U87 ou U87/ET-1. Na segunda fase, ratas ovariectomizadas, machos e tratadas com progesterona morreram aproximadamente 19 dias depois, enquanto os animais fêmeas, tratados com sham e tratados com estrogênio morreram de 23 a 25 dias após a implantação das células tumorais. CONCLUSÕES: Os autores demonstram que ratas nus fêmeas implantadas com células de GBM humano têm uma vantagem de sobrevivência sobre ratos machos e que o estrogênio fornece essa vantagem.
Plunkett et al. (Ter,) estudaram essa questão.