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OBJETIVO: O número de pais rurais chineses que deixam seus filhos com membros da família para trabalhar nas cidades aumentou dramaticamente na última década. Este estudo comparou a ansiedade social das crianças deixadas para trás (LBC) e das crianças não deixadas para trás (não-LBC). MÉTODOS: Investigamos 1694 LBC e 1223 não-LBC, com idades entre sete e 17 anos, em uma província chinesa usando um questionário estruturado que incluía perguntas sobre características sociodemográficas, ansiedade social, função familiar, qualidade de vida, negligência e abuso físico. RESULTADOS: LBC apresentaram escores de ansiedade social mais altos, mais negligência, menor nível educacional dos pais, menor qualidade de vida, pior função familiar e menor prevalência de abuso físico do que não-LBC. Modelos de regressão linear múltipla mostraram que escores mais altos das Escalas de Ansiedade Social para Crianças (SASC) em LBC estavam claramente associados a uma menor qualidade de vida, pior função familiar, abuso físico, ser do sexo feminino, ter mais irmãos e pertencer a minorias. Em não-LBC, estavam associados a uma menor qualidade de vida, pior função familiar, negligência, ser do sexo feminino e abuso físico. CONCLUSÃO: LBC têm um nível relativamente mais alto de ansiedade social e condições de vida piores do que não-LBC, e há diferenças na ansiedade social e seus fatores relevantes entre os dois grupos.
Zhao et al. (Mon,) estudaram esta questão.
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