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Calculamos a propagação de positrons da aniquilação de partículas de matéria escura no halo Galáctico em diferentes modelos de distribuição do halo de matéria escura usando nosso código tridimensional e apresentamos ajustes para nossas funções de Green de propagação numérica. Mostramos que as funções de Green não são muito sensíveis à distribuição de matéria escura para a mesma densidade de energia de matéria escura local. Comparamos nossas previsões com os espectros de positrons de raios cósmicos computados (``fundo'') para o espectro de nucleons de raios cósmicos ``convencional'' que corresponde às medições locais, e um espectro modificado que respeita os limites impostos pelas medições de raios galácticos difusos, antiprótons e positrons. Concluímos que a detecção significativa de um sinal de matéria escura requer condições favoráveis e medições precisas, a menos que a matéria escura seja agregada, o que produziria um sinal mais forte. Embora nossa conclusão concorde qualitativamente com as de autores anteriores, ela se baseia em um modelo mais realista de propagação de partículas e, assim, reduz o escopo para especulações futuras. Uma avaliação de fundo confiável requer novas medições precisas de positrons e mais desenvolvimentos na modelagem da produção e propagação de espécies de raios cósmicos na Galáxia.
Moskalenko et al. (Terça,) estudaram esta questão.
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