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Após décadas de esforço de algumas de nossas mentes humanas e não humanas mais brilhantes, ainda há pouco consenso sobre se os animais não humanos entendem algo sobre os estados mentais de outros animais que são não observáveis ou mesmo o que significaria para um animal não verbal entender o conceito de 'estado mental'. No presente artigo, confrontamos quatro questões relacionadas e controversas diretamente: (i) O que exatamente significaria para um organismo não verbal ter uma 'compreensão' ou uma 'representação' do estado mental de outro animal? (ii) O que deveria (e não deveria) contar como evidência empírica convincente de que um agente cognitivo não verbal tem um sistema para entender ou formar representações sobre estados mentais de forma funcionalmente adaptativa? (iii) Por que os tipos de protocolos experimentais que estão atualmente em voga falharam em produzir evidências convincentes de que animais não humanos possuem algo que se assemelha a uma teoria da mente? (iv) Que tipo de experimentos poderia, ao menos em princípio, fornecer evidências convincentes para tal sistema em um organismo não verbal?
Penn et al. (Terça,) estudaram essa questão.