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Este artigo discute dois aspectos da herança – entrelaçamento e transformação – que se tornaram claros durante um recente projeto de herança cultural em Yucatán, México. Em relação ao entrelaçamento, a herança torna-se relevante apenas quando associada a outras preocupações, que vão desde a política até a subsistência e as biografias pessoais. Uma gama imprevisível de entrelaçamentos surgiu durante o projeto e esses entrelaçamentos elevaram o impacto e a visibilidade da herança local a um grau não antecipado. A transformação refere-se à afirmação de que a herança não está congelada no passado. Em vez disso, está em movimento e sujeita a mudanças. As transformações da herança discutidas neste artigo são examinadas a partir da perspectiva de um paradigma de mobilidades e compreendidas, em parte, como resultantes da experiência de apresentar a herança para forasteiros pela primeira vez. Na medida em que o projeto de herança precipitou mudanças na identidade, este artigo explora o que se entende por identidade Maia e argumenta que é uma construção fluida que pode ser tanto ancorada no passado quanto negociada no presente. Essa perspectiva faz sentido em um evento no qual pessoas contemporâneas ancoraram sua identidade em uma ruína espetacular de 1000 anos, mas não explica a desigualdade no reconhecimento de ruínas menores.
Hutson et al. (Ter,) estudaram essa questão.