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As recentes decisões do governo de fechar escolas com pequenas matrículas parecem não ter levado em consideração as implicações que tal movimento poderia ter para as atividades extracurriculares das crianças. Baseando-se na literatura relevante e nos relatos de professores que ensinaram ou estão ensinando em pequenas e grandes escolas primárias, este artigo questiona a crença predominante de que 'maior é melhor', apontando algumas das características únicas dos playgrounds de pequenas escolas que oferecem às crianças oportunidades e experiências não disponíveis em escolas maiores.
John R. Evans (Qui,) estudou essa questão.