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Resumo: Por mais de duas décadas, pesquisadores têm empregado uma técnica de avaliação consensual em suas investigações sobre criatividade. Formalmente articulada por Amabile em 1982, este procedimento de avaliação subjetiva é baseado na avaliação consensual da criatividade: um produto ou resposta é considerado criativo na medida em que observadores apropriados concordam que é criativo. Embora exista uma riqueza de dados sobre a confiabilidade e validade de construto dessa abordagem, pouco se sabe sobre em que os juízes estão respondendo ao fazer avaliações da criatividade do produto. Os quatro estudos descritos aqui representam uma exploração preliminar dos mecanismos que fundamentam o procedimento de avaliação consensual. Os resultados foram que: (a) os juízes foram capazes de avaliar confiavelmente não apenas a criatividade de um produto acabado, mas também a criatividade do processo que levou à produção desse produto; (b) as avaliações da criatividade de processo e produto (assim como uma variedade de outras dimensões) tendem a ser altamente correlacionadas; e (c) informações sobre a idade de um criador também podem afetar significativamente as avaliações subjetivas dos juízes.
Beth A. Hennessey (Sáb,) estudou essa questão.
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