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Desde a chegada da ‘revolução cognitiva’ na pesquisa sobre estereótipos, o interesse na natureza consensual dos estereótipos e sua base psicossocial diminuiu drasticamente. Invertendo essa tendência, este artigo examina a maneira como a força dos estereótipos compartilhados e os vínculos entre conteúdos particulares e grupos específicos são mediados por processos de influência social. Dois experimentos (Ns = 300, 230) são relatados nos quais os estereótipos pré-existentes dos participantes sobre australianos e americanos foram confirmados ou contraditados por uma fonte do grupo interno ou do grupo externo. Como previsto, essa validação social teve efeitos poderosos sobre a aplicabilidade percebida do conteúdo aos grupos (Expt 1), bem como sobre o consenso e a favorabilidade do estereótipo (Expt 2). Os estereótipos normalmente foram reforçados quando foram confirmados por um grupo interno ou contraditados por um grupo externo, em relação às condições em que foram contraditados por um grupo interno ou confirmados por um grupo externo. Argumenta-se que a integração teórica de princípios da pesquisa sobre estereótipos e influência social oferece o potencial para uma compreensão mais completa das propriedades intersubjetivas e baseadas em grupo dos estereótipos e da mudança de estereótipos.
Haslam et al. (Sun,) estudaram essa questão.