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Examinamos a relação entre as características da rede social e o estado cognitivo global em uma amostra comunitária de 354 adultos com 50 anos ou mais e com pontuações de 28+ no Mini Exame do Estado Mental (MEEM) na linha de base. Análises multivariadas indicaram que a interação em redes sociais maiores estava relacionada à melhor manutenção das pontuações do MEEM e à redução das chances de declínio para pontuações do MEEM no quartil inferior da população na avaliação de 12 anos depois. Na avaliação de acompanhamento, níveis mais altos de atividade interpessoal (contatos mais frequentes em redes sociais maiores) e exposição ao suporte emocional estavam positivamente relacionados de forma independente ao MEEM. Os achados sugerem que a interação em redes sociais maiores é um marcador que prevê menos declínio cognitivo, e que distintos caminhos associativos ligam atividade interpessoal e suporte emocional à função cognitiva.
Holtzman et al. (Mon,) estudaram essa questão.
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