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Este artigo examina a hipótese comportamental do efeito de terceira pessoa. Argumenta que disparidades entre o eu e o outro nos efeitos percebidos das mensagens levam a comportamentos corretivos específicos devido, presumivelmente, a um reconhecimento da situação problemática definida pelos efeitos percebidos. Esses comportamentos teriam como objetivo restringir mensagens com influência negativa, corrigir mensagens com influência ambígua e amplificar mensagens com influência positiva. A hipótese foi testada com modelos especificados através do "método do diamante". Esses modelos permitem estimar os efeitos da disparidade perceptual enquanto controlam os efeitos gerais percebidos das mensagens. Resultados de dados de pesquisas baseadas na web mostraram que a percepção de terceira pessoa (ou seja, maior efeito sobre outros do que sobre si mesmo) foi um preditor robusto e significativo em todas as três mensagens. Mas as direções de tais efeitos diferiram entre mensagens com influência presumida desejável ou indesejável. Implicações teóricas e metodológicas para futuras pesquisas sobre a hipótese comportamental do efeito de terceira pessoa são discutidas.
Sun et al. (qui,) estudaram essa questão.