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Os aspectos de identificação de conceitos e formação de conceitos do raciocínio abstrato foram examinados em 90 indivíduos não mentalmente retardados com autismo e 107 controles normais. Hipotetizou-se que déficits pronunciados seriam encontrados em testes de formação de conceitos, enquanto o desempenho em testes de identificação de conceitos seria relativamente intacto. Houve uma diferença significativa entre indivíduos com autismo e indivíduos de um grupo de controle pareado em todas as tarefas de raciocínio abstrato, mas, com exceção do Wisconsin Card Sorting Test (R. K. Heaton et al., 1993), as diferenças em testes de identificação de conceitos não foram clinicamente significativas. Análises fatoriais mostraram que as tarefas de formação de conceitos e identificação de conceitos carregavam em fatores separados no grupo autista, mas não no grupo de controle. Análises de funções discriminantes sequenciais revelaram que 2 testes de formação de conceitos classificaram corretamente 78,4% dos casos, enquanto as tarefas de identificação de conceitos não passaram no teste de tolerância.
Minshew et al. (Ter,) estudaram essa questão.