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Este artigo explora a ênfase na utilidade na arte contemporânea, focando na arte de prática social nos Estados Unidos e na Europa através do estabelecimento da ‘Asociación de Arte Útil’ pela artista cubana Tania Bruguera em 2011, e o rebranding do Middlesbrough Institute of Modern Art (mima) como um ‘museu útil’. O artigo aborda a afirmação da utilidade e os ‘valores de uso’ dentro desses estudos de caso e além, em relação às teorias marxistas, pós-marxistas e feministas da reprodução social e do estado. Ao atender questões de cidadania, raça e migração, o artigo pergunta como devemos abordar os interesses estéticos e políticos das obras de arte que buscam ser ‘úteis’ por meio da realização de tarefas associadas à reprodução social como elas historicamente ocorreram no lar ou via estado de bem-estar.
Larne Abse Gogarty (Mon,) estudou esta questão.