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Este estudo aborda as associações entre as crenças sobre habilidade dos estudantes e as atitudes em relação à inclusão na educação física, bem como o impacto do gênero e do contato/participação anterior com crianças com deficiência nessas variáveis. Um estudo transversal foi realizado com 976 estudantes (491 meninas e 485 meninos; idade de 11 a 16 anos), que responderam a questionários sobre crenças de habilidade e atitudes. As crenças de habilidade (entidade e incremental) e as 3 variáveis sociodemográficas previram 20,4% e 9% das subescalas comportamentais e cognitivas das atitudes, respectivamente. Estudantes com pontuações mais altas para crenças de entidade de habilidade apresentaram uma atitude menos favorável em relação à inclusão. Meninas relataram atitudes mais favoráveis em relação à inclusão do que meninos. Estudantes que indicaram participação anterior em atividades físicas com crianças com deficiência mostraram atitudes mais favoráveis em ambas as subescalas comportamentais e cognitivas, enquanto aqueles que relataram contato anterior tiveram atitudes mais favoráveis na subescala comportamental e crenças de entidade mais baixas. No entanto, as 3 variáveis sociodemográficas tiveram uma contribuição menor para a variância explicada das atitudes.
Reina et al. (Mon,) estudaram essa questão.
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