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Evidências emergentes indicam que as espécies reativas de oxigênio, especialmente o superóxido e o peróxido de hidrogênio, são importantes moléculas de sinalização nas células cardiovasculares. Sua produção é regulada por enzimas sensíveis a hormônios, como as oxidases vasculares NAD(P)H, e seu metabolismo é coordenado por enzimas antioxidantes, como a superóxido dismutase, catalase e peroxidase de glutationa. Ambas as espécies reativas de oxigênio servem como segundos mensageiros para ativar múltiplas proteínas e enzimas intracelulares, incluindo o receptor do fator de crescimento epidérmico, c-Src, p38 quinase ativada por mitógeno, Ras e Akt/proteína quinase B. A ativação dessas cascatas de sinalização e fatores de transcrição sensíveis ao redox leva à indução de muitos genes com papéis funcionais importantes na fisiologia e fisiopatologia das células vasculares. Assim, as espécies reativas de oxigênio participam do crescimento e migração das células musculares lisas vasculares; modulação da função endotelial, incluindo relaxamento dependente do endotélio e expressão de um fenótipo pró-inflamatório; e modificação da matriz extracelular. Todos esses eventos desempenham papéis importantes em doenças vasculares, como hipertensão e aterosclerose, sugerindo que as fontes de espécies reativas de oxigênio e as vias de sinalização que elas modificam podem representar alvos terapêuticos importantes.
Griendling et al. (Sun,) estudaram essa questão.
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