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A xenotransplante de leucemia mieloide aguda (LMA) em camundongos imunodeficientes tem sido crucial para entender a leucemogênese in vivo e definir subfrações de células iniciadoras de leucemia autorrenováveis (LICs). Embora a capacidade de engraftment da LMA seja considerada uma propriedade inerente das LICs, substrains de camundongos NOD/SCID que possuem deleções adicionais, como o IL2Rγc(null) (NSG), foram descritos como um receptor mais sensível para testar a função das LICs humanas. Usando 23 amostras de pacientes com LMA, 39% não demonstraram engraftment detectável em NOD/SCID e foram categorizados como LMA isentas de LICs. No entanto, 33% dos pacientes com LMA que não tinham LICs eram capazes de engraft NSG, mas produziram um distúrbio proliferativo monoclonal de células T semelhante ao T-ALL. Esses enxertos demonstraram capacidade de autorrenovação medida por passagem seriada in vivo e foram restritos à fração CD34-positiva, sendo definidos como LICs. A análise molecular para translocações em genes MLL indicou que todas as LICs derivadas de pacientes com LMA expressaram o produto de fusão MLL-AFX1. Nossos resultados revelam que o microambiente do hospedeiro humano versus xenoinjerto in vivo dita a capacidade de desenvolvimento das LICs humanas residindo em um pequeno subconjunto de pacientes diagnosticados com LMA portadores de mutações MLL. Essas descobertas têm implicações tanto para a biologia básica da função das CSCs quanto para o uso de modelos in vivo do processo leucemogênico em estudos pré-clínicos ou diagnósticos.
Risueño et al. (Qui,) estudaram essa questão.
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