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Neste artigo, aplicamos a lente do pânico moral para analisar o trabalho social de proteção infantil no Reino Unido. Sugerimos que muitas das ansiedades que afligem o trabalho social são melhor compreendidas como pânicos morais e discutimos processos nos quais ‘fazedores de reivindicações’ introduziram e amplificaram preocupações nos panicos. Discutimos dois exemplos de ansiedades sobre o endangerment infantil: o primeiro diz respeito à fundação da NSPCC e sua campanha pela Carta das Crianças de 1889. O segundo é a ansiedade contemporânea do século 21 sobre o uso da Internet por crianças e jovens, exemplificada nas atividades do Centro de Exploração Infantil e Proteção Online (CEOP) e sua ‘Carta Global Online para Crianças e Jovens’.},{
Clapton et al. (Thu,) studied this question.
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